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A Policia civil detém a um ladrão que fez saltar o alarme do local no que ia roubar
O alarme cumpriu sua função e permitiu que um ladrão fora detido no mesmo lugar no que tentava roubar. Ocorreu na tarde do passado sábado num estabelecimento comercial de Ribadavia.
Segundo informaram ontem fontes da Policia civil, os fatos ocorreram às menos três quarto da tarde, quando se recebeu na central de alarmes do instituto armado um aviso procedente do negócio Agropecuário do Ribeiro, situado ao pé do N-120
. Aquele aviso significava que um desconhecido tinha violado a segurança da instalação pelo que de imediato se pôs em marcha um dispositivo policial que permitiu que, em poucos minutos, uma patrulha de agentes da Benemérita estivessem na porta do negócio.
Os esforços realizados então pelo delinquente para tentar escapar de seu destino nos calaboiços policiais não lhe serviram de muito, já que sua decisão de esconder-se por trás da porta mal serviu para atrasar uns segundos sua detenção.
Isso sim, segundo puderam comprovar os agentes o delinquente, que seguramente procurava dinheiro, não chegou a roubar nada do interior do local, dedicado ao comércio por atacado de cereais, plantas, adubos e fertilizantes, entre outros produtos.
Tentativa
De imediato foi identificado o ladrão como Rubén T. C., de 21 anos e vizinho da localidade de Pousadoiro (Cortegada). Foi transladado em seguida aos quartéis da Policia civil de Ribadavia, desde onde o derivaram ante a magistrada de guarda, que decretou sua posta em liberdade com cargos, à espera de que continuem as diligências judiciais. Se lhe imputa um delito de roubo em grau de tentativa.
Numa caravana
Um delito de roubo, ainda que neste caso com violência, imputam os agentes da Policia civil a outro suspeito detento às nove da noite do mesmo dia em Verín. Nesta ocasião foi um particular quem denunciou que um desconhecido tinha entrado na caravana na que dormia e, sem prévio aviso, golpeou-o e se apoderou de sua carteira, que continha 250 euros.
Pouco depois da denúncia os agentes detiveram ao suposto autor do fato. Trata-se de Antonio M. G., de 50 anos ou vizinho de Queizás. O juízo de Instrução número 2 de Verín se fez cargo das diligências em sua contra.